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Controlador de pressão e fluxostato: diferenças e quando usar

Controlador de pressão e fluxostato: diferenças e quando usar

Automatizar uma bomba de água parece simples: abrir a torneira, a bomba ligar; fechar a torneira, a bomba desligar. O problema é que existem dispositivos diferentes para realizar essa tarefa. Os nomes “controlador de pressão”, “pressostato eletrônico” e “fluxostato” aparecem em anúncios parecidos, mas cada tecnologia percebe a demanda de água de uma maneira.

O fluxostato detecta o movimento da água. O controlador eletrônico de pressão geralmente percebe primeiro uma queda de pressão e muitos modelos também usam um fluxostato interno para decidir o momento de desligar. Já o pressostato tradicional trabalha com limites de pressão de partida e parada, normalmente em conjunto com um tanque de pressão.

Escolher o acionamento errado pode fazer a bomba não ligar, não desligar, trabalhar com ciclos excessivos ou deixar de atender um ponto instalado acima da caixa-d’água. Neste guia, você entenderá as diferenças entre controlador de pressão e fluxostato, como cada um funciona, como instalar e quando cada solução é recomendada.

Controlador de pressão e fluxostato são a mesma coisa?

Não. Um fluxostato puro e um controlador eletrônico não funcionam exatamente da mesma forma. Entretanto, a confusão é compreensível porque diversos controladores modernos possuem pressostato e fluxostato incorporados no mesmo corpo.

Dispositivo O que detecta Como costuma ligar a bomba Como costuma desligar Aplicação mais comum
Fluxostato Fluxo de água na tubulação Quando a abertura de um ponto produz a vazão mínima de acionamento Quando o fluxo cessa ou cai abaixo do limite do sensor Pressurização a partir de caixa-d’água elevada, com os pontos abaixo do reservatório
Controlador eletrônico de pressão Queda de pressão e, em muitos modelos, também o fluxo Quando a pressão cai ao valor de partida Quando o consumo termina e o fluxo cessa; depende da lógica do modelo Redes completas, cisternas, múltiplos pontos e situações sem vazão inicial suficiente
Pressostato convencional Pressão mínima e máxima Ao atingir a pressão de ligação Ao atingir a pressão de desligamento Sistemas com tanque de pressão, poços, irrigação e demandas intermitentes

Antes da compra, não confie apenas no nome comercial. Leia a ficha técnica e descubra se o equipamento possui sensor de pressão, sensor de fluxo, válvula de retenção, proteção contra falta de água e regulagem da pressão de partida.

O que é um fluxostato?

O fluxostato é um sensor instalado na passagem da água. Quando uma torneira ou um chuveiro é aberto, a água começa a se deslocar por gravidade. Ao perceber esse movimento, o sensor aciona eletricamente a bomba. Quando o consumo é fechado e o fluxo para, o equipamento desliga a bomba.

Em uma instalação residencial típica, a sequência é:

  1. A caixa-d’água está acima do chuveiro ou da torneira.
  2. O usuário abre o ponto de consumo.
  3. A gravidade cria uma pequena vazão inicial.
  4. O fluxostato detecta essa vazão e liga a bomba.
  5. A bomba aumenta a pressão durante o uso.
  6. Ao fechar o ponto, o fluxo cessa e a bomba desliga.

Essa solução é simples, compacta e confortável para chuveiros, torneiras e aquecedores alimentados por um reservatório superior. Existem fluxostatos vendidos separadamente e bombas pressurizadoras que já trazem o sensor dentro do equipamento.

Qual é a principal limitação do fluxostato?

Para ligar, o fluxostato precisa que já exista algum fluxo. Se o ponto de consumo estiver no mesmo nível ou acima da água da caixa, a gravidade pode não produzir vazão suficiente para movimentar o sensor. O resultado é uma torneira aberta e uma bomba que não parte.

O manual do Jet Comfort Fluxostato da Dancor orienta que o sensor e a tubulação pressurizada sejam instalados abaixo do nível mínimo da caixa-d’água. A documentação também destaca a posição vertical e o sentido da seta do fluxo. Essas condições são características importantes dessa tecnologia, não simples preferências de montagem.

Outra limitação aparece em consumos muito pequenos. Um purificador, uma torneira quase fechada ou outro ponto de baixa vazão pode ficar abaixo do limite de sensibilidade do equipamento. A vazão mínima varia de modelo para modelo. Bombas de fluxo Komeco, por exemplo, possuem linhas com vazão mínima de trabalho declarada em torno de 3 L/min, mas esse número não deve ser aplicado a outras marcas.

O que é um controlador eletrônico de pressão?

O controlador eletrônico é instalado normalmente na saída da motobomba e automatiza sua partida e parada. Em muitos modelos, a abertura da torneira reduz a pressão da rede. Quando a pressão chega ao valor de acionamento, o controlador liga a bomba. Enquanto existe consumo, um sensor de fluxo mantém a operação. Ao fechar todos os pontos e cessar o fluxo, o controlador desliga a bomba.

É por isso que um produto pode ser chamado de controlador de pressão e, ao mesmo tempo, possuir fluxostato integrado. O controlador não representa apenas uma peça sensora: ele reúne a lógica de comando, sensores e, conforme o modelo, válvula de retenção, manômetro, proteção contra funcionamento a seco e botão de reinício.

O controlador automático Vonder vendido pela Equipools, por exemplo, é descrito pelo fabricante como sensível ao fluxo e à pressão, com fluxostato integrado e proteção contra falta de água. A linha PS 1100/PS 1100M da Komeco também combina pressostato e fluxostato; a versão PS 1100M acrescenta manômetro.

O controlador mantém pressão realmente constante?

Um controlador eletrônico liga e desliga uma bomba de rotação fixa, mas não muda a curva hidráulica da motobomba. A pressão disponível ainda varia conforme a vazão, o número de torneiras abertas, o desnível e as perdas da tubulação.

Alguns fabricantes utilizam “pressão constante” para descrever a rede mantida pressurizada durante o consumo. Isso não é a mesma coisa que controlar continuamente a rotação do motor. Para variações grandes de demanda e exigência de pressão muito estável, pode ser mais adequado um sistema com inversor de frequência, sensor de pressão e bomba compatível.

E o pressostato tradicional?

O pressostato convencional monitora dois limites. Quando a pressão cai ao valor de partida, ele liga a bomba; quando sobe ao valor de parada, desliga. Essa solução costuma trabalhar com um tanque hidropneumático ou vaso de expansão, que armazena uma pequena quantidade de água pressurizada.

O tanque atende pequenos consumos sem ligar a bomba imediatamente e reduz ciclos rápidos. Isso é útil em sistemas sujeitos a pequenas demandas, variações de pressão, irrigação, abastecimento a partir de poço e redes maiores.

Sem volume de acumulação adequado, um vazamento pequeno pode fazer a bomba ligar e desligar repetidamente. O excesso de partidas aquece o motor, desgasta contatos e pode causar golpes de pressão. O dimensionamento do tanque, a pressão de pré-carga e os ajustes do pressostato devem seguir o projeto e o manual.

Qual é a diferença prática entre controlador e fluxostato?

Situação Fluxostato puro Controlador de pressão ou sistema híbrido
Todos os pontos estão abaixo da caixa-d’água Normalmente é uma solução simples e eficiente Também pode funcionar, desde que seja compatível com a bomba e a instalação
Ponto no mesmo nível ou acima do reservatório Pode não existir fluxo inicial para acionar A partida por queda de pressão é geralmente mais indicada
Consumo de vazão muito baixa Pode ficar abaixo do limite de detecção Um sistema híbrido ou com tanque pode responder melhor, conforme o modelo
Proteção contra funcionamento a seco Não está presente em todos os sensores É comum nos controladores eletrônicos, mas precisa ser confirmada na ficha
Pequenos vazamentos na rede Podem provocar acionamento ou impedir o desligamento Também podem causar ciclos; tanque de pressão ou lógica antirrearme pode ajudar
Monitoramento por manômetro Geralmente não possui Alguns controladores possuem manômetro integrado

Quando o fluxostato é recomendado?

O fluxostato costuma ser recomendado quando:

  • A água vem de uma caixa superior.
  • O sensor, a bomba e todos os pontos atendidos ficam abaixo do nível mínimo da água.
  • Existe vazão natural suficiente para vencer o limite de acionamento.
  • O objetivo é pressurizar chuveiros, torneiras ou aquecedores durante o uso.
  • A rede trabalha com água limpa e dentro da temperatura admitida pelo produto.
  • Busca-se uma automação simples, sem tanque de pressão.

É uma escolha comum para um ou alguns pontos domésticos. Modelos de bombas de fluxo Komeco TP e TQC e vários pressurizadores compactos encontrados no catálogo da Equipools já utilizam esse princípio de acionamento.

Evite escolher o fluxostato puro quando houver pontos acima da caixa, falta de vazão por gravidade, tubulação com frequentes bolsões de ar, consumo abaixo do mínimo do sensor ou necessidade de controle por uma pressão de partida definida.

Quando o controlador de pressão é recomendado?

O controlador eletrônico é indicado quando:

  • A motobomba será automatizada conforme a abertura e o fechamento dos pontos.
  • A rede precisa iniciar pela queda de pressão, sem depender somente do fluxo por gravidade.
  • A água vem de cisterna, reservatório inferior ou outra condição prevista pelo fabricante.
  • Existem pontos em diferentes níveis.
  • É desejável ter proteção contra funcionamento a seco.
  • O equipamento suporta a corrente, a potência, a pressão e a temperatura do sistema.

Ainda assim, o controlador não corrige uma bomba mal dimensionada. Ele não aumenta sozinho a vazão nem a altura manométrica. A bomba precisa ser escolhida pela vazão simultânea dos pontos e pela pressão necessária depois de descontar desnível e perdas de carga.

Como escolher o produto correto?

1. Desenhe de onde a água vem e para onde vai

Marque o nível mínimo da caixa-d’água, a posição da bomba e a altura de cada ponto. Se todos os consumidores estiverem abaixo do reservatório e houver fluxo natural, o fluxostato pode atender. Se houver um ponto acima, ou se a alimentação vier de reservatório inferior, verifique um controlador com partida por pressão.

2. Calcule vazão e pressão antes de escolher a bomba

Liste chuveiros, torneiras, duchas, aquecedores e equipamentos que podem funcionar simultaneamente. Some suas vazões e defina a pressão necessária no ponto mais desfavorável. Depois acrescente o desnível e as perdas da tubulação.

O controlador apenas comanda. Quem precisa entregar o ponto de operação é a motobomba. Uma bomba muito pequena continuará fraca; uma bomba excessiva pode ultrapassar a pressão suportada por flexíveis, aquecedores, filtros, torneiras e tubulações.

3. Confira a pressão de acionamento

O valor de partida precisa combinar com a instalação. Se a pressão estática no controlador for maior que o ajuste de partida, abrir a torneira deve produzir queda suficiente para o acionamento. A altura entre o controlador e o ponto mais alto influencia essa condição.

Alguns modelos possuem ajuste; outros saem com valor fixo ou faixa limitada. O CAE-10 Eletroplas listado pela Equipools, por exemplo, informa pressão mínima da motobomba de 2 bar e pressão mínima de trabalho de 1,5 bar. Esses valores pertencem a esse modelo e não devem ser usados como regra universal.

4. Compare corrente e potência elétrica

Controladores compactos frequentemente admitem ligação direta de bombas até determinada corrente. Vonder, Komeco PS 1100/1100M e Eletroplas CAE-10 apresentam versões ou especificações com limite de 10 A. Isso não significa que qualquer bomba com a mesma quantidade de CV possa ser ligada.

Verifique tensão, corrente nominal, corrente de partida, tipo de motor e instruções do fabricante. Se a bomba exceder a capacidade do controlador, não improvise: o comando pode exigir contator, proteção de motor e painel dimensionado por profissional.

5. Verifique água quente, conexão e proteção

Confirme:

  • Temperatura máxima da água e do ambiente.
  • Pressão máxima de trabalho.
  • Diâmetro e padrão de rosca, como BSP de 1 polegada.
  • Grau de proteção do invólucro.
  • Presença de válvula de retenção.
  • Proteção contra funcionamento a seco.
  • Posição obrigatória e sentido de fluxo.
  • Compatibilidade com água potável, quando aplicável.

Não instale um controlador de água fria após um boiler ou aquecedor sem confirmar a temperatura. A Komeco declara até 90 °C para o PS 1100/1100M, enquanto Vonder e Eletroplas informam até 60 °C nos modelos consultados. Sempre siga o limite do produto efetivamente comprado.

Como instalar controlador de pressão ou fluxostato?

A instalação exata muda conforme o fabricante. De forma geral, o dispositivo é montado na tubulação de recalque, depois da saída da bomba, seguindo a seta do fluxo. Muitos modelos exigem posição vertical.

Um arranjo típico pode conter:

Reservatório → registro de manutenção → filtro de tela, quando recomendado → bomba → controlador ou fluxostato → registro de manutenção → rede de consumo.

Uniões facilitam a remoção do equipamento. Um desvio de manutenção pode ser previsto no projeto, mas o registro do by-pass deve permanecer na posição correta durante o funcionamento automático. Se ficar aberto, parte da água pode circular pelo caminho errado e o sensor pode não ligar ou desligar corretamente.

Cuidados hidráulicos

  • Respeite a seta gravada no corpo.
  • Instale na posição autorizada pelo manual.
  • Não reduza desnecessariamente o diâmetro da tubulação.
  • Elimine bolsões de ar antes da partida.
  • Escorve a bomba quando o modelo exigir.
  • Elimine vazamentos e pontos que não fecham completamente.
  • Use filtro de tela quando houver risco de resíduos travarem o sensor.
  • Preveja drenagem no local para limitar danos em caso de vazamento.
  • Não ultrapasse a pressão máxima de nenhum componente da rede.

Cuidados elétricos

Água e eletricidade exigem instalação profissional. Tensão, aterramento, condutores, disjuntor, proteção do motor e dispositivo diferencial residual devem atender ao manual e às normas aplicáveis. O manual do fluxostato Dancor determina aterramento e DR com corrente diferencial de até 30 mA para aquele sistema e remete à NBR 5410 e à NR 10.

Não deixe emendas expostas nem instale o equipamento em local sujeito a inundação. O grau IP do corpo não transforma conectores, tomadas ou a bomba em equipamentos submersíveis.

Fluxostato de pressurização e fluxostato de segurança são iguais?

O princípio de detectar fluxo é parecido, mas a função no sistema pode ser outra. Em aquecedores, trocadores de calor e bombas de calor para piscina, o fluxostato pode atuar como permissivo de segurança: ele confirma que há circulação antes de liberar o aquecimento.

Nesse caso, o sensor não foi instalado para pressurizar a casa nem para substituir o comando completo da bomba. Por isso, um fluxostato de bomba de calor não deve ser escolhido como controlador residencial apenas porque o nome é o mesmo. Conexão, vazão de atuação, capacidade elétrica e lógica de controle podem ser completamente diferentes.

Produtos encontrados no catálogo da Equipools

Na categoria de controladores de pressão da Equipools aparecem alternativas como Eletroplas CAE-10, controlador automático Vonder, DSK-4, WMEPC12-PLUS, Claw, Lepono APS-2.1, Komeco PS 1100M e pressostato Dancor. A disponibilidade pode mudar, por isso consulte a página de cada produto antes da compra.

O catálogo também reúne pressurizadores com fluxostato incorporado, como versões de bombas Syllent, Komeco TP e TQC, além de conjuntos que utilizam pressostato ou sistema misto. A melhor escolha não é necessariamente o dispositivo mais completo, e sim aquele que corresponde à posição do reservatório, à vazão, à pressão e ao tipo de consumo.

Veja os controladores de pressão disponíveis na Equipools e confira tensão, corrente, temperatura, pressão de acionamento e compatibilidade com sua bomba.

Erros comuns que devem ser evitados

  • Instalar fluxostato acima da caixa-d’água: pode não existir fluxo natural para acionar o sensor.
  • Comprar pelo número de CV: o controlador precisa suportar corrente, tensão e regime do motor.
  • Achar que o controlador aumenta a potência: ele automatiza; vazão e pressão vêm da bomba.
  • Ignorar pequenos vazamentos: podem impedir o desligamento ou provocar partidas repetidas.
  • Montar contra a seta: o sensor pode funcionar incorretamente.
  • Usar em água quente sem conferir: a temperatura pode deformar ou danificar o equipamento.
  • Dispensar proteção elétrica: automação não substitui aterramento, disjuntor, DR e proteção do motor.
  • Confundir IP65 com submersível: o local deve permanecer seco e protegido.
  • Deixar o by-pass aberto: o fluxo pode contornar a bomba e confundir o acionamento.
  • Pressurizar uma rede sem avaliar seus componentes: flexíveis, boias, aquecedores e misturadores possuem limites.

Perguntas frequentes

O fluxostato aumenta a pressão da água?

Não. Ele apenas identifica o fluxo e comanda a bomba. Quem aumenta a pressão é a motobomba corretamente dimensionada.

O controlador de pressão substitui o fluxostato?

Depende da lógica interna. Muitos controladores já possuem fluxostato incorporado e são capazes de iniciar por pressão e parar por ausência de fluxo. Confirme isso na ficha técnica.

Posso instalar um fluxostato quando o chuveiro fica acima da caixa?

Um fluxostato puro normalmente precisa de vazão por gravidade e pode não acionar nessa situação. Um controlador com partida por queda de pressão costuma ser mais apropriado, desde que a bomba e o sistema sejam compatíveis.

Por que a bomba não desliga?

As causas comuns incluem vazamento, torneira mal fechada, by-pass aberto, sensor travado por resíduos, ar na tubulação, válvula de retenção com defeito ou montagem incorreta. Desligue o equipamento com segurança e solicite diagnóstico profissional.

Por que a bomba fica ligando e desligando?

Pequeno vazamento, vaso de expansão sem carga, pressão de partida inadequada, consumo abaixo da vazão mínima ou bomba superdimensionada podem causar ciclos curtos. O problema não deve ser tratado apenas aumentando ajustes.

Todo controlador eletrônico protege contra falta de água?

Não. A função é comum, mas não universal. Verifique a documentação e entenda como ocorre o rearme depois de uma falha.

Precisa usar tanque de pressão?

Fluxostatos e controladores híbridos frequentemente dispensam tanque. Em redes com consumos mínimos, muitas partidas ou necessidade de limites definidos de pressão, o tanque pode ser recomendado pelo projeto ou pelo fabricante.

Qual é melhor: controlador ou fluxostato?

Para caixa superior e pontos abaixo dela, o fluxostato é simples e eficiente. Para cisterna, pontos elevados ou necessidade de partida por queda de pressão, o controlador eletrônico tende a ser mais versátil. A decisão final depende da hidráulica da instalação.

Conclusão

O fluxostato é uma excelente solução quando existe vazão natural para iniciar o acionamento. O controlador de pressão é mais indicado quando a partida precisa acontecer pela queda de pressão e pode acrescentar recursos como proteção contra funcionamento a seco, válvula de retenção e manômetro.

O segredo é separar três perguntas: de onde vem a água, qual vazão e pressão a bomba deve entregar e qual sinal permitirá identificar o consumo. Com essas respostas, fica muito mais fácil escolher uma automação confiável e evitar que a bomba trabalhe de forma inadequada.

Se ainda houver dúvida, informe à equipe da Equipools a posição da caixa ou cisterna, a altura do ponto mais alto, a quantidade de pontos simultâneos, a tensão disponível e os dados da bomba. Essas informações permitem indicar um controlador, fluxostato ou conjunto pressurizador realmente compatível.

Fontes técnicas consultadas

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